sábado, 24 de janeiro de 2009

Lost 5X01 - Because you Left

"Well, you can't make a record if you ain't got nothing to say
You can't make a record if you ain't got nothing to say
You can't play music if you don't know nothing to play"

Dizer que o famoso "previously on lost" é capaz de fazer o coração de nós, fãs, bater a mil, é praticamente uma redundância, ainda mais quando a espera para ouvir essa famosa frase nos custou amargos meses. Mas Lost está de volta, e gostem os fãs os não, já trouxe junto novos elementos e uma narrativa ainda mais diferente e complexa àquela que vimos na 4° temporada.

Dessa vez, a temporada não iniciou-se com o abrir de olhos de alguém, mas sim com (como na 4°) uma personagem misteriosa e uma referência ao vôo 815, horário que aparece no despertador. Quando vi a cena, acreditei que a misteriosa personagem fosse o Miles, pelo formato da boca, mas convenhamos que cheguei um tanto perto.




Vou entrar para o time daqueles que levantam a hipótese de o bebê aqui ser o queridíssimo (pelo menos eu adoro a personagem =P) Miles. É interessante notar também que, embora pouquíssimo provavél, há a possibilidade de o bebê ser Charlotte, que sabemos que nasceu na ilha, e que, de alguma forma, sabe falar e entender coreano.
Na sequência, ficamos sabendo um pouquinho mais sobre essa "força supernatural" contida na ilha, além de um interessante "Dharma behind the scenes". Mal havíamos recuperado o fôlego, e lá vem o fofíssimo Daniel Faraday, no típico traje Dharma. De duas, uma: ou ele realmente já esteve na ilha e era um Dharma boy ou isso só foi possível graças aos "pulos do disco", e aquela situação que vimos era, na verdade um "passado-presente". Estou mais inclinada na primeira hipótese, uma vez que os eventos de 'Because you Left" parecem ter seguido uma ordem cronológica (Candles nos anos 70, o avião dos traficantes nigerianos, a escotilha e o encontro com Desmond...).
O engraçado é que quando foi dito "How stupid does he think I am?", me remeteu à fala de Miles, quando ele é emboscado por Juliet e Sayid na 4° temporada, e faz a mesma pergunta ao Jack.
Enquanto isso, fora da ilha(e passados 3 anos), Ben e Jack unem forças para tentar juntar todos os Oceanics Six. O interessante de agora é que haverá três poderosos com objetivos conflitantes, mas com a mesma gana de atingí-los: Widmore, que busca, literalmente à todo custo, chegar à ilha, Ben, que bom...é o Ben e Sun, totalmente transformada após a "morte" de Jin. Pra mim, juntar forças com Widmore é apenas parte da jogada...afinal, ela tem tantos motivos para odiar Widmore quanto tem por Ben.
Ainda na pouco esclarecedora conversa de Jack e Ben, há algo de obscuro e duvidoso no ar na resposta muda de Ben, quando perguntado se Locke estava realmente morto, não acham?
De volta à ilha, os Losties estão totalmente desorientados com o sumiço do helicóptero e do navio em um clarão, em um piscar de olhos. E aí começa a confusão: não havia acampamento porque eles simplesmente não haviam construído, segundo Daniel. O tempo estava tão bagunçado que passado e presente coexistiam. E a partir daqui, tanto nós quantos os Losties deveremos nos acostumar a esses "pulos de disco" ou "soluços temporais" :P.


"When am I?"
Pior para o Locke, que não tem um Faraday para explicar didaticamente o que está acontecendo e acaba levando um tiro do chato Ethan e é mais tarde salvo pelo senhor-dos-mistérios-e-bonitão-que-oh-meu-deus-como-não-envelhece Richard. O que intriga é que esse Richard parece ter plena consciência do que está acontecendo, além de ter total certeza que no próximo encontro, Locke não se lembrará dele. A bússula que ele entregou à Locke, provavelmente era para tornar claro que o objeto que ele deveria ter escolhido naquele encontro no passado, era realmente este.
Fora da ilha, a vida de Hurley, "o único humano dos Losties", como bem definiu meu amigo Jay, está o caos completo.É de cortar o coração ver o quanto ele luta contra esse clima de paranóia e tenta se manter o menos corrompido possível, ao mesmo tempo em que está se destruindo aos poucos pela culpa que sente por ter mentido e ter saído da ilha.
Daniel nos explica que existem regras no que diz respeito ao tempo e "o que aconteceu, aconteceu", não dá para mudar o passado ou o futuro. Mas ele próprio vai contra esse princípio quando vê em Charlotte os sintomas da "febre-da-ilha". Com a velha desculpa de "oh-meu-deus-esqueci-meu-equipamento-vá-na-frente-ok", arrisca-se e vai atrás do Brotha, em uma tentativa desesperada de salvar não só Charlotte, como todos os Losties. Assim como Locke, Waaaaaaaaaaalt, Hurley e Aaron, Desmond também é especial, mas de outra maneira. Ao que tudo indica, Des é o único capaz de alterar o passado, presente e futuro, e graças ao seu "sonho", adquire consciência que pode ser o único capaz de salvar os amigos. Quem será a mãe de Faraday, que Des precisa tanto encontrar? Para quem viu o "The Lie", acho difícil não considerar que seja a sra. Hawkin...









quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Temas centrais das próximas temporadas divulgados

Direto de uma matéria da DarkUfo, os produtores executivos de Lost soltaram algumas notícias muito interessantes:

"A quarta temporada é sobre quem sairá da ilha e o fato de que eles precisam voltar; a quinta é sobre por que eles precisam voltar; e a sexta mostrará o que acontece quando eles voltam".

Outros detalhes também foram revelados, dentre eles:

  • O círculo vicioso amoroso entre Jack, Kate, Juliet e Sawyer se tornará bem mais complicado
  • O sétimo episódio ("Meet Kevin Johnson", provavelmente centrado em Michael) irá responder alguns "mistérios bem significativos" e termina com um ótimo "gancho"
  • (Aviso de SPOILER) - um dos Oceanic Six irá morrer antes do fim da quarta temporada.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Eggtown

Como dizem, esse é um episódio para se amar ou odiar. No entanto, como eu havia lido a sinopse, inclusive o tempestuoso final do episódio, me abstenho de qualquer um dos grupos. Se não fosse pelo spoiler da surpresa final, eu estaria entre os entusiastas do time do "amei"...pelo spoiler e por ter sido totalmente centrado na Kate (que eu o-d-e-i-o de coração, haha) fico com a opinião de que foi um episódio morno.

A começar, já somos nocauteados por uma sensação de nostalgia. Olho abrindo? Remete às antigas temporadas, certo? Locke preparando um café serenamente e levando a Ben? Ih, acho que já vimos essa fita antes (e confesso ter sentido falta desse "abrir de olhos", "episódios que te deixam com sensação familiar" e "música dos anos 70"). Uma parte engraçada disso é que o episódio começou de jeito tão diferente do usual da 4° temporada e tão parecido com as antigas temporadas que meu namorado, que não passou da 2° temporada ainda, me disse que já tinha visto esse episódio e me soltou o "spoiler" que o Ben ia atirar no Locke e deixá-lo para morrer numa vala, haha.
Bom, continuando...Ben - outra vez ele, quem mais poderia ser? - destila um pouquinho de seu veneno agudo contra Locke. Eu adoro os diálogos dos dois, você não? ;). De alguma forma eu creio que o Ben disse não é de toda verdade. Locke pode estar sim, um pouco mais "Lost" do que de costumo, mas isso não o está enfraquecendo, está mudando, evoluindo (eu não disse para algo melhor...é cedo pra saber). Até agora nós conhecemos três Lockes: o aleijado e humilhado que trabalhava em uma fábrica de caixas, o atirador de facas, fazedor de berços, bússula, caçador de javali e ícone da ilha e agora um líder agressivo e obstinado.Acho que agora não importa mais quem é o Locke verdadeiro, o que temos que encarar agora é que ele evoluiu e que está disposto a tudo pela ilha. E se isso siginificar usar de granadas e explosivos - outra vez - que assim seja.
Ah, qual é dessa Kate? Nesse episódio ela conseguiu ser ainda mais nojenta do que o estado de sua roupa. Sawyer saindo com o rabinho entre as pernas quando ela diz "James...go home" Ah, faça-me um favor! - Mas cá entre nós...até gostei de ver quando ela deu-lhe um bofetão na cara. Por que? Ah...aquela cara de mau dele valeu o episódio inteiro, haha.
Uma coisa que eu não tinha percebido a princípio foi o díálogo entre Jin e Sun. Pra mim, aquele "quero criar MEU filho na Coréia" soou tão inocente e despercebido...quando fui dar uma olhada nos comentários mais tarde me deparei com teorias de que o bebê é na verdade filho do Michael (?). Sinceramente, não consigo e não quero acreditar nisso. Vale lembrar que houve um mobisode com uma cena intrigante entre Sun e Michael que quase terminou em beijo ou algo mais.
Desculpe não seguir a linearidade do episódio mas...AAAAAAAAAAAAAAAAAH! Como assim - de novo - Miles tem uma conversa super estranha com o Ben (aquele "ponto dois" me intrigou haha. Por que isso? Seria um código?), ficamos suando frio na cadeira esperando a Kate perguntar o que diabos queriam com o Ben, quem era ele afinal de contas, que poder tinha, entre dezenas de outras perguntas e ela vai e pergunta o que o cara sabia sobre ela? Que foi isso? Mal pude acreditar! Parece que além do Faraday, a Kate também anda com problemas de memórias, só pode! Isso foi intragável e amargo.
E falando em Faraday, que cena foi aquela? Depois do sangue nas mãos de Locke - matou uma galinha? Sei, sei...- foi a coisa mais intrigante desse episódio. Charlotte parecia preocupada e inquieta. Deu a entender que Dan tinha algum problema de memória. Mas o que significava o resultado do teste das cartas? Teria ele melhorado ou piorado?
Admito que a única supresa que tive nesse episódio foi saber que o helicóptero não havia chegado. Espero ansiosamente pelo próximo capítulo para saber o que houve. Mas que o helicóptero vai e TEM de chegar, isso não resta dúvidas.
Sobre o julgamento de Kate, nada de muito novo ou inesperado. As surpresas ficaram mesmo com as mentiras do Jack e o fato de sua mãe estar - se assim podemos dizer - milagrosamente viva. Agora, por que tamanha recusa da Kate quanto ao pedido de sua mãe? Seria só uma forma de vingança, de castigo pela mãe tê-la denunciado ou era mais que isso? Talvez ela não queria ter mostrado o filho porque a mãe, de alguma forma saberia que o filho não era dela.
As perguntas que ficam: Kate mente quando diz a Sawyer que não está grávida? O Aaron é O Aaron da Claire? A versão de Jack, que parece ser a versão "oficial" do acidente diz obre oito sobreviventes, mas sabemos que apenas seis são resgatados com vida. O que houve com a Claire, se o Aaron que escapou da ilha for seu filho? Aina levando em conta que o bebê Aaron da Kate, é na verdade o de Claire, por que essa recusa de Jack em vê-lo?Saberia ele agora de seu parentesco com Claire, o que o tornaria tio do garoto? Se sim, então qual o motivo de ele recusar vê-lo? O que houve com o helicóptero e os tripulantes? Sabemos que Sayid deixa e ilha, mas até agora nenhum sinal dele...estariam os tripulantes do cargueiro mentindo sobre o desaparecimento do helicóptero?
Ufa! Espero que pelo menos uma dessas perguntas seja respondida no próximo episódio, que promete ser, como os próprios roteiristas já adiantaram "pauleira". Daí o fato de Eggtown ter sido o mais "morno" até agora. Foi como um grande fôlego antes de um mergulho incerto...

Matéria especial sobre LOST na Galileu desse mês (parte final)

Parapsicologia

3ª Temporada/20º Episódio:

"Após muita insistência, Locke, um dos sobreviventes, convence Ben, dos Outros, a levá-lo até seu misterioso líder, Jacob. Após passarem boa parte do dia e da noite caminhando mato adentro, chegam em uma cabana de madeira toda detonada. Ben diz para Locke desligar sua lanterna, porque Jacob 'odeia tecnologia'. Ben acende um lampião, os dois entram e Ben apresenta Jacob apontando para... uma cadeira vazia. Enquanto Ben discute com a cadeira vazia, Locke observa com cara de 'que p. é essa?' e resolve ir embora. Antes de sair, ouve um gemido apavorante: "Me... ajude". O carequinha não quer ser feito de palhaço e começa a gritar. Pronto: a casa começa a chacoalhar, objetos cruzam a sala, Ben é jogado na parede e, por alguns segundos, uma figura se materializa na cadeira. O caos termina tão subitamente como começou. Mais tarde, quando Locke vai pedir explicações, é baleado e jogado em uma vala. Teria morrido se não fosse acordado por Walt, o menino que aparece onde não devia estar. "

O que isso explica:
  • Poucos assuntos na série causam mais curiosidade do que Jacob. Seria ele o causador dos sussurros e dos sonhos premonitórios? O responsável pelas aparições na ilha de pessoas já mortas e de animais ligados às histórias dos sobreviventes do vôo 815? Ou, ainda, o ser por trás da realização dos desejos de personagens como Ben, Locke e Walt? Após sua manifestação com toques de "Poltergeist" na sua cabaninha do terror, é certo acreditar que boa parte das ocorrências sobrenaturais da série possam estar associadas a ele.

Magnetismo

1ª Temporada/4º Episódio:

"Desde que chegou na ilha, o personagem de John Locke foi apresentado como um cara aventureiro, sabe-tudo da selva, caçador, provavelmente a pessoa mais preparada para enfrentar aquela situação adversa. Mas em seu flashback tudo é diferente: Locke era um burocrata em uma fábrica de papel e leva esporro de todo mundo. Sua única motivação é uma viagem programada para a Austrália, onde ele pretende curtir intensamente a vida selvagem. Mas na hora de fechar tudo na agência de turismo, Locke não é aceito por causa de sua "condição": só nesse instante é revelado que John Locke era paraplégico. Mas na ilha ele anda. "


O magnetismo pode curar doenças?

"Muitos estudos sinalizam nessa direção. Entre as aplicações mais investigadas estão tratamentos para câncer, dores crônicas, regeneração de fraturas ósseas e algumas doenças psiquiátricas.
No caso do câncer, os campos são usados para aquecer certas partes do corpo. "Tumores são mais sensíveis do que as células normais. Por isso, a aplicação de calor na intensidade certa, durante o período certo, pode matar apenas o tumor, sem comprometer o tecido", diz ele. O calor também ajuda aumentando a esterilização e matando micróbios, além de otimizar a ação das defesas do organismo na região. Essa estratégia de tratamento também parece reduzir os efeitos colaterais da quimioterapia.
Na parte de tratamento de fraturas ósseas e dores crônicas, a gama de pesquisa é vastíssima. Há estudos sugerindo que a estimulação magnética pode ajudar no tratamento de dores nos quadris, tíbias, joelhos, fibromialgia, problemas cervicais, dores nas costas, inflamações... "

O que isso explica:

  • A Anomalia Magnética do Atlântico Sul chega até o Pacífico, localização mais provável da ilha. A anomalia pode ter relação com as "características eletromagnéticas únicas", que fascinaram os cientistas da Dharma.

  • As curas aparentemente milagrosas ocorridas na ilha - a de Locke, que era paraplégico e voltou a andar; a de Rose, que sofria de câncer e agora se sente ótima; a da pára-quedista Naomi, vítima de ferimentos graves; e Locke de novo, que se curou de um tiro que atravessou seu tórax - podem ter sido ocasionadas por uma espécie de terapia magnética natural, à que todos são submetidos quando chegam ao local.

  • O eletromagnetismo pode também ajudar a esclarecer a natureza do tal monstro de fumaça. Alguns fãs defendem a teoria de que o monstro é feito de partículas de metal e se move graças a um sistema magnético localizado sob o solo - algo como o velho truque em que alguém move uma moeda sobre um pedaço de papel usando um ímã debaixo da folha.

  • Por fim, há quem diga que a aparente "invisibilidade" da ilha seja gerada por um campo magnético em torno dela, que teria sofrido distúrbios momentâneos durante os incidentes eletromagnéticos - um deles, deixando-a visível para os brasileiros da misteriosa estação no meio do gelo.

Gostou?Na revista e no site http://www.galileu.globo.com/ têm mais! Postei aqui o que achei mais interessante, mas não deixe de conferir a matéria na íntegra se quiser ver as outras teorias ;).
Enquanto isso, estou preparando a resenha de "Eggtown" e vou tentar postar o mais breve possível...

Matéria especial sobre LOST na Galileu desse mês

Depois de alguns dias com o blog parado, volto com uma matéria interessante para o pessoal que gosta de discutir teorias de LOST (o que não é particularmente minha praia - eu prefiro discutir significado dos episódios, das ações das personagens e não as teorias do porquê).
A seguir, vou postar alguns trechinhos importantes:


"Viagem no Tempo"

"É possível viajar para o passado?

Há controvérsias. O fato é que as equações que Einstein elaborou para descrever o funcionamento do Universo podem ser resolvidas de várias formas. 'Algumas dessas soluções permitem a ocorrência de viagens para o passado', diz o físico americano J. Richard Gott, da Universidade Princeton. Ainda assim, são colocadas algumas restrições. Você poderia construir uma máquina no ano 3000, deixá-la quieta um tempo e viajar de 3001 para 3000. Mas não para antes, quando a máquina não existia, pois ela seria indispensável na hora do 'desembarque'.

Quem volta ao passado pode mudar a História?

Esse é outro tema que divide os cientistas. Sua formulação clássica é chamada de Paradoxo do Avô. E se alguém voltasse ao passado e matasse seu avô quando ele ainda era uma criança? O resultado é um beco-sem-saída lógico. Com o avô morto, o neto não nasceria. Logo, não viajaria no tempo para matar o avô. Logo, o avô não morreria. Logo, poderia gerar o neto. Logo, este poderia voltar no tempo e matar o avô. Logo...
O físico Stephen Hawking sugeriu que deve haver alguma lei da natureza, ainda desconhecida por nós, que impede tais eventos paradoxais. Deu a essa idéia o nome de Conjectura de Projeção da Cronologia, que afirma simplesmente: viajar ao passado é impossível. Já o físico russo Igor Novikov propôs na década de 1970 o Princípio da Auto-Consistência, que sustenta que não seria possível ao viajante alterar o passado para gerar um presente diferente. Ou seja, quaisquer ações que o indivíduo venha a desempenhar no passado são exatamente as que fariam com que o presente em que ele vive se realizasse. Em outras palavras, ele não estaria alterando o passado e, conseqüentemente, o futuro, mas fazendo exatamente todo o necessário para que o futuro acontecesse. Ou seja, se o viajante tentasse matar seu avô, não conseguiria, pois já não tinha conseguido antes. Dessa forma, a história se mantém consistente, e o avô pode seguir vivo para conhecer o neto viajante e psicopata.



O que isso explica:

  • Se em LOST existe essa possibilidade de viagem no tempo, essa pode ser a explicação para Richard Alpert não envelhecer: de alguma forma ele consegue retardar a passagem do tempo. Não deve ser a toa que Ben Pergunta "Você ainda se lembra de aniversários, não é?"

  • Uma hípótese que pode justificar o amadurecimento precoce de Walt, que sumiu da iloha um mês e voltou bem maior, é de que lá o tempo passaria de forma diferente. Os próprios produtores juram que contrataram Malcolm David cientes de seu crescimento e que o desenvolvimento do personagem terá explicação.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Make your own kind of music


Essa é para os fãs das músicas tocadas em LOST. Nesse site http://www.losthatch.com/songs.aspx dá pra encontrar e inclusive baixar todas as músicas tocadas desde o primeiro episódio da série. Desde as gostosas músicas dos anos 70 até Charlie Pace entoando "You all everybody". Aliás, o título "downtown" desse blog vem da música com o mesmo nome, cantada por Petula Clark e tema da Juliet (uma personagem que eu aprendi a gostar - a única mulher da ilha que eu consigo aturar, diga-se de passagem)

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Lost Action Figures - Season 1

Sem novas notícias por enquanto. Nesse meio tempo, vou postar a série de action figures, maravilhosamente desenvolvidas por McFarlane. Aqui no Brasil é muito difícil de pagar menos de R$90 em cada figura. Lá fora costuma custar cerca de U$ 19 cada... Cada figura vem com um "brinde" especial. As figuras da primeira temporada que foram lançadas são: Jack (que acompanha o folheto de "procurada" da Kate), Kate (que acompanha o aviãzinho da Ocean Air), Charlie (que acompanha um anel), Hurley (que acompanha o bilhete vencedor da loteria), Shanon (que acompanha o mapa da Rousseau), Locke (que acompanha uma réplica de revista) e um set especial da escotilha.